16/11/2012

.Só conhecemos 30% das espécies que há nos oceanos?

Estudo: Dois terços das espécies que habitam os oceanos estão por identificar

Os oceanos são povoados por quase um milhão de espécies de organismos eucariotas, mas cerca de dois terços estão ainda por descrever, mostra um estudo internacional publicado pela revista Current Biology.
 
O estudo, em que participaram 270 especialistas em taxonomia de 32 países, conclui que das entre 704.000 e 902.000 espécies diferentes de organismos eucariotas - organismos, unicelulares ou multicelulares, cujas células têm um núcleo que encerra informação genética, o que exclui vírus e bactérias - que vivem nos oceanos apenas cerca de 226.000 espécies, a maioria do reino animal, foram identificadas e descritas correctamente pela ciência.
De acordo com o documento, os crustáceos e moluscos estão entre os mais abundantes habitantes dos oceanos, com cerca de 50.000 espécies cada, enquanto de peixes são conhecidas 16.733 espécies.
Os especialistas concluíram também que em muitos casos, pelo menos 170.000 casos já foram identificados, a mesma espécie é descrita sob dois ou mais nomes diferentes. O estudo aponta o exemplo dos cetáceos (baleias e golfinhos) em que foram atribuídos 1.271 nomes diferentes a apenas 87 espécies.
Em laboratórios e museus onde estão guardados espécimes recolhidos em expedições científicas e que não foram ainda estudados poderão estar ainda por descobrir cerca de 70.000 novas espécies, adianta o estudo.
As estimativas apresentadas pela Current Biology foram calculadas a partir de projecções dos números de espécies recolhidas em todo o mundo para estudo, com base no "Censo da Vida Marinha" apresentado em 2010 e que decorreu durante 10 anos, envolvendo cerca de 2.700 cientistas de 80 países que participaram em cerca de 540 expedições de recolha de espécimes.
Fonte:
 
 

15/11/2012

.Descoberta fórmula para fidelidade masculina...

A oxitocina, conhecida por hormona do amor, é a mesma da fidelidade, comprova um estudo científico publicado no ‘Journal of Neuroscience’, sendo que os homens que estejam sob o seu efeito afastam-se de mulheres atraentes que não conhecem.

 

Quem ama verdadeiramente não trai. O que pode parecer um lugar-comum, e argumento que se esgrime, não raraz vezes, entre os casais, enquanto prova acabada da sua fidelidade mútua, passou a estar provado cientificamente. Segundo um estudo publicado no ‘Journal of Neuroscience’, a oxitocina, conhecida como a hormona do amor, é justamente a mesma da fidelidade.
Que a oxitocina desempenha um papel importante, a título de exemplo, no que diz respeito ao parto, ou no desenvolvimento de laços sociais já não é novidade. Todavia, sabe-se agora também que os níveis desta hormona aumentam consideravelmente quando um ser humano dá início a uma relação romântica e, sobretudo, após um contacto íntimo positivo com o seu parceiro. Além disso, a oxitocina, ajuda a exponenciar os níveis de confiança e de generosidade no seio do relacionamento, facilita a comunicação e reduz a ansiedade.
Mas mais inovador ainda, conclui a mesma investigação, é o facto de esta hormona servir a causa da monogamia na perfeição, tendo em conta que o efeito que produz afasta os homens de mulheres atraentes que não conhecem.
As experiências científicas levadas a cabo mostram que o comportamento de um homem comprometido a quem não seja administrada, via intranasal, oxitocina, é similar ao de um homem solteiro. No entanto, se tiver inalado a hormona, esse mesmo homem vai preferir distanciar-se de qualquer mulher que não seja a sua companheira, por mais atraente que a pessoa se afigure.
Por enquanto, a oxitocina não se vende nas farmácias, mas, provavelmente, houvesse essa perspectiva e esgotaria mesmo antes de ser posta à venda.

Fonte:

13/11/2012

Nove tarântulas coloridas e peludas encontradas no Brasil (12.11.2012) 

 

 
Das nove espécies, classificadas em três géneros diferentes, a que mais chama à atenção é a Typhochlaena costae. Tem o corpo pintalgado de cor-de-rosa, amarelo e azul e é das tarântulas arborícolas mais pequenas que se conhecem, com apenas dois ou três centímetros de comprimento.
Mas no conjunto agora descrito há tarântulas de outras cores e tamanhos, todas elas com um certo ar de peluche, devido aos pêlos no corpo.
As das espécies Iridopelma katiae e Pachistopelma bromelicola, cujos representantes podem chegar aos 13 centímetros de comprimento, têm o corpo de um vermelho quase castanho.
Todos os exemplares descritos são coloridos, ao contrário do que seria de esperar em tarântulas adultas, que normalmente não têm cores, diz ao PÚBLICO Rogério Bertani, aracnólogo do Instituto Butantan de São Paulo e responsável pelo projecto de identificação destas espécies. “Os jovens de tarântulas arborícolas são normalmente coloridos, mas os adultos costumam perder as cores exuberantes. Alguns padrões encontrados nestas espécies são únicos e não aparecem em nenhuma outra espécie conhecida.”
Por que razão o corpo é tão colorido é uma pergunta ainda sem resposta. “Esse colorido deve ter alguma função protetora contra predadores. Porém, até o momento, não conheço nenhum trabalho que tenha sido feito para demonstrar a real função dessas cores”, responde o aracnólogo.
As tarântulas arborícolas são conhecidas nalguns locais tropicais da Ásia, África, América do Sul, América Central e nas Caraíbas. No Brasil, é na Amazónia que vive a maior parte das espécies. Porém, estas nove são do Brasil central e oriental, uma descoberta inesperada e que, para Rogério Bertani, mostra o quão pouco se sabe sobre a fauna do planeta.
Estas tarântulas (que são aranhas) chegaram até ao aracnólogo de diversas maneiras. “Algumas espécies foram recolhidas em expedições, outras tinham sido recolhidas há muito tempo e estavam guardadas em colecções científicas e outras foram encontradas por outros aracnólogos que sabiam que eu estava a trabalhar com esse grupo de aranhas e me enviaram os exemplares.”
As tarântulas arborícolas têm o corpo fino e leve para serem ágeis e as pernas compridas e ligeiramente mais largas nas extremidades, para poderem trepar com mais facilidade. Em relação à alimentação das novas tarântulas, também ainda não há certezas. “Provavelmente alimentam-se de insectos, outras aranhas e, esporadicamente, de pequenos vertebrados, como sapinhos”, diz Rogério Bertani.
Além de serem coloridas, outro aspecto curioso destes animais, cuja descrição pormenorizada foi publicada na revista ZooKeys, é que algumas das nove espécies vivem dentro de plantas da família das bromélias. “Apenas conhecíamos uma espécie que vivia exclusivamente dentro dessas plantas, e agora temos outra espécie especializada em bromélias”, diz o aracnólogo brasileiro. “Nos locais onde vivem tarântulas arborícolas, esse é dos poucos com água e um refúgio para a luz solar intensa”, acrescenta o investigador, citado num comunicado do grupo editorial da revista.
A intensa actividade humana, com a destruição do seu habitat, pode ter efeitos perversos na preservação destas espécies, que são dependentes da vegetação. Apesar de não haver estudos que mostrem que estão ameaçadas, o cientista sugere mais investigações, para garantir a conservação das espécies. Além disso, é preciso ter cuidado com outra ameaça: como são espécies coloridas, podem atrair o interesse do comércio de animais de estimação.
Fonte:
http://www.publico.pt/Ciências/nove-tarantulas-coloridas-e-peludas-encontradas-no-brasil-----1572204


12/11/2012

.Bola caída... do céu!

Penálti insólito (10/06/2011)


Penálti insólito vale 3.ª Divisão de Itália
DESCRIÇÃO: Um penálti em que a bola acertou na barra mas acabou por ressaltar para dentro da baliza, sem que o guarda-redes se apercebesse disso, valeu promoção ao Termeno.
Fonte: http://videos.sapo.pt/6qzyDuHuRCAUVFedzb57
 

.Foi só o susto e muita chapa batida...

Piloto e copiloto sobreviveram a queda de ravina

 
O piloto Jeremy Foley e o seu copiloto sobreviveram a despiste do automóvel onde seguiam e que se despenhou numa ribanceira durante o Rali de Pile Peaks, no Estados Unidos da América.

Fonte:


Pássaro sugado por areonave...


11/11/2012

.Quando uma perna falsa pode dar muito jeito!

Fonte da imagem: AQUI.

Enganou autoridadades com pulseira electrónica em perna falsa
Um homem britânico, de 29 anos, condenado por crimes relacionados com drogas e posse de armas, enganou as autoridades locais ao conseguir que lhe colocassem uma pulseira electrónica numa prótese.
O britânico estava sujeito a recolher obrigatório imposto pelo tribunal e sempre que queria quebrar esta medida de coacção, retirava a prótese que deixava em casa juntamente com o aparelho.
Os funcionários da G4S, uma grande empresa de segurança que trabalha com uma série de prisões privadas em todo o Reino Unido, foram enganados com uma perna falsa enrolada em ligaduras e identificaram o problema quando perceberam que o homem tinha sido preso por infracções de trânsito fora do horário de recolher.
 
Fonte:

Uf! Que alívio!